Carbono sequestrante – Barista Hustle

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The Decision Tree – Um curso online gratuito que apresenta uma visão crítica sobre o impacto do clima na indústria do café

O Barista Hustle começou a trabalhar em um curso gratuito chamado The Decision Tree para ajudar baristas e proprietários de cafés a tomar decisões informadas sobre como operar em um mundo atormentado pelas mudanças climáticas. Reconhecemos que nossa indústria tem uma história de colonialismo, exploração e lavagem verde. A intenção deste curso é colocar o leitor no banco do motorista. Com a ajuda de pessoas maravilhosas como o Professor Stephen Abbott (que produziu um aplicativo para este curso que dá a todos acesso à tecnologia de que você precisa para executar sua própria análise de ciclo de vida), esperamos que este curso o inspire a reduzir suas emissões. Desde a primeira lição, você descobrirá como os baristas podem fazer uma diferença gigantesca para cortar carbono. Estamos publicando este curso em episódios aqui no nosso blog e ele vai para os nossos assinantes do BH Unlimited com suas atualizações ilimitadas.

Agrofloresta e sequestro de carbono

O café cresce nativamente sob as árvores da floresta e está bem adaptado para crescer à sombra. ‘Agrossilvicultura’ refere-se a um sistema de cultivo no qual o café é cultivado em meio às árvores da floresta. Estas podem ser árvores da floresta nativa ou podem ser plantadas deliberadamente, seja para sombra e lenha, para fixar nitrogênio no solo ou para produzir outras safras, como frutas e nozes.

Esses sistemas têm uma pegada de carbono média mais baixa do que as monoculturas e estoques de carbono muito mais altos na vegetação (H van Rikxoort et al. 2014) Em alguns sistemas de sombra, as árvores podem sequestrar carbono suficiente para tornar todo o sistema de produção neutro em carbono ao longo de sua vida (B. Killian et al. 2013)

No entanto, para aumentar a produtividade, cada vez mais café é cultivado a pleno sol. Dos 2,8 milhões de hectares dedicados ao cultivo de café no México, América Central, Colômbia e Caribe, 1,1 milhão de hectares foram convertidos de agroflorestas para café com sombra ou sol em pleno sol em meados da década de 1990 (H van Rikxoort et al. 2014) Mais recentemente, o aumento do interesse na sustentabilidade significa que pelo menos 20% das fazendas obtiveram algum tipo de certificação de sustentabilidade (P Baker, 2014) “Não há evidências, entretanto, de que a atual tendência global em direção ao café sustentável esteja reduzindo a taxa de desmatamento para novos plantios de café”, escreve Baker. Parte do problema pode ser que os critérios para certificações ecológicas são altamente variáveis, tornando difícil para os consumidores tomarem uma decisão informada. Os critérios de certificação também estão sujeitos a mudanças, possivelmente devido à pressão de grandes empresas de café para enfraquecer os requisitos (J Craves, 2017)

Carbono sequestrante - Barista Hustle 2Um saco de café certificado Rainforest Alliance. 40% do café do mundo possui algum tipo de certificação de sustentabilidade, mas o grau de proteção ambiental que diferentes certificações oferecem é muito variável.

Por exemplo, quando foi criada em 2005, Rainforest Alliance, uma das maiores certificações ecológicas do mercado, estabeleceu requisitos específicos para o número e tipos de árvores por hectare e o percentual de cobertura do dossel. A pesquisa mostra que a certificação Rainforest Alliance foi eficaz na redução do desmatamento na Etiópia (R Takahashi e Y Todo 2013) Nos anos seguintes, no entanto, os critérios relativos às árvores de sombra foram gradualmente ‘erodidos’, de acordo com a ecologista da Universidade de Michigan Julie Craves (2018), a ponto de a certificação da Rainforest Alliance se tornar ‘inútil para avaliar as condições de cultivo à sombra’.

A conversão da produção de café em sistemas agroflorestais tem um potencial imenso para reduzir as emissões de carbono do cultivo do café e até mesmo para sequestrar carbono, armazenando-o na biomassa das árvores e aumentando a quantidade de carbono armazenada no solo. Uma fazenda de café cultivada na sombra com grandes árvores florestais pode sequestrar até 70-80 toneladas de carbono por hectare no total – quase tanto quanto o carbono armazenado em uma área igual de floresta (NPA Kumar et al. 2019) Um estudo na Costa Rica mostrou que as árvores de sombra podem sequestrar 1 tonelada por hectare por ano, enquanto árvores madeireiras podem sequestrar mais de 3 toneladas por hectare por ano, dependendo de como a madeira é eventualmente usada (JM Harmand et al. 2007)

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Sistemas agroflorestais que fazem uso de outras culturas arbóreas comerciais também podem ser estabelecidos. Um estudo no sul do Brasil mostrou que a alternância de cafeeiros com seringueiras em fazendas pode aumentar o sequestro de carbono sem reduzir significativamente a produção de café por hectare, em comparação com o café em pleno sol (GC Zaro et al. 2019) A borracha produzida nessas fazendas também fornece uma fonte adicional de renda.

Além de reduzir a pegada de carbono de uma plantação de café, o plantio de árvores em áreas previamente desmatadas também pode ajudar os agricultores a se adaptarem às mudanças climáticas (E Rahn et al. 2013) Nos casos em que já existem árvores de sombra, o plantio de sebes ou árvores nos limites do campo e da fazenda oferece uma maneira de aumentar o sequestro de carbono sem comprometer a produtividade.

Carbono sequestrante - Barista Hustle 4Erythrina poeppigiana, uma árvore fixadora de nitrogênio comumente usada como árvore de sombra nas plantações de café.

Certas espécies de árvores de sombra são ‘fixadoras de nitrogênio’, o que significa que são capazes de converter o nitrogênio do ar em nutrientes utilizáveis, em vez de retirá-lo do solo. Para que as plantas de café possam aproveitar o nitrogênio fixado por essas árvores, elas precisam ser podadas ou cortadas (cortadas até o toco) e as mudas deixadas para se decompor (KH Van Den Meersche et al. 2019) Essas árvores podem reduzir a necessidade de fertilizantes na fazenda, mas adicionam óxido nitroso (N2O) emissões próprias quando se decompõem (H van Rikxoort et al. 2014) Se o uso de árvores de sombra fixadoras de nitrogênio não for acompanhado por uma redução no uso de outros fertilizantes, esta prática pode resultar em emissões mais altas em geral (K Hergoualc’h et al, 2008)

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