Café que é fruto de relações

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Nascido na Tapera, Venda Nova do Imigrante, foi o próprio Clarindo Brioschi quem nos recepcionou e nos contou a história de sua família que já está há 52 anos no Sítio Retiro do Ipê.

Ele contou para a equipe HAVE A COFFEE que, quando compraram a propriedade, a lavoura de café que existia não poderia ser tocada pois a viúva, dona da propriedade, tinha uso fruto do café.

E foi por essa razão que começaram a cultivar feijão para se manterem e conseguirem se capitalizar para, alguns anos depois, investirem na plantação de café.

Foi no início da década de 70 quando a família conseguiu plantar a primeira lavoura da variedade Mundo Novo. Plantio que rendeu muitos frutos, com 2.200 covas largas que, mesmo sem adensamento, na sexta colheita já resultava em 400 sacas.

A partir de então, buscaram conhecimento, unido à prática que já desempenhavam e partiram para a produção do Catuaí vermelho e depois o amarelo.

Hoje possuem por volta de 80 mil plantas, em plantio mais adensado, com técnica de curva de nível e muita ajuda do filho mais velho Gilberto, que com 11 anos já atuava diretamente na lavoura que hoje já rende 900 sacas ao ano.

Mas o mais interessante desta família produtora é a relação que construíram por anos com seus parceiros agrícolas.

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Clarindo Brioschi e Antônio Bravim

“Sim, aqui não se pode chamar de meeiro, somos parceiros. Eles ganham 40% da produção total da lavoura de café que cuidam. O subsídio com maquinário e insumos é todo nosso. Ainda têm a oportunidade plantar outras coisas também. Eles plantam milho, feijão, mandioca, abóbora e cana para uso próprio. A terra é da gente. Mas se eles ajudam a formar uma lavoura de café eles ganham também pela mão-de-obra.” (Clarindo Brioschi)

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“Aqui a relação é bem social. Não existe competição. Eles são bem amparados e nós nos ajudamos sempre. A maioria chegou aqui bem pobre e saem com seu lote ou casinha comprada. E pra nós essa é a maior alegria. Visitamos muitos até hoje.” (Clarindo Brioschi)

O café do mês de agosto foi cultivado pelo parceiro agrícola
Antônio Bravim. Há 20 anos ele atua no cultivo de café na propriedade e
concorda com a ótima relação construída com todos, por ter condições
diferenciadas de trabalho na roça.

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Foi em 2001 quando eles começaram a despontar com café especial. Passaram a despolpar o café e ter mais cuidado na seca e no mesmo ano ficaram em segundo lugar no concurso estadual do ES. O que incentivou investir em maquinário e focar na qualidade. Antes, os grandes compravam a produção toda como um café inferior. Até que alertaram a família e decidiram participar de cursos e eventos que os levaram a ganhar prêmios como o de melhor café de Venda Nova do Imigrante em 2018.

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“Nós trabalhamos com foco em atingir no mínimo 82 pontos. Já
chegamos a 88 em alguns lotes de cafés de colheita tardia e vamos continuar
nesta busca por melhorias. Estudando, se adequando e nunca parando! O produtor
tem que se especializar, não tem jeito. O médico, o advogado, o executivo.
Todos eles fazem pós, mestrado etc. Nós aqui na roça temos que atuar da mesma
forma. Com cursos cada vez mais especializados e investindo nas melhorias de
forma constante e progressiva.” (Gilberto Brioschi)

De uns anos pra cá baristas, provadores e interessados por
café do mundo todo estão sempre visitando a estufa deles. E faz muito sucesso
ver toda aquela produção passando pelas etapas de pós colheita. E os irmãos
Gilberto e Renato Brioschi recebem todos com atenção e troca de conhecimento e
experiência.

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Eles nunca pensaram em entrar no agroturismo, mas a Dona Ana Brioschi, esposa do Clarindo, ouviu a sobrinha que a aconselhou a vender de forma profissional suas delícias. E mesmo com o marido e filhos contra, ela começou a fazer vinho de jabuticaba, biscoitos e depois o famoso Socol da região, que também é receita de família, até chegar como está hoje.

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A possibilidade de contato direto com a produção e com a natureza, atrai muitos turistas todo ano em busca de produtos com história e é o comércio destes produtos típicos que garantem uma renda mensal que ajuda a família e que, atualmente, já é gerenciado pelas netas.

Quem aparecer por lá, não deixe de provar o lombinho
defumado e o Socol.


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